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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Principais atividades de um Corretor de Imóveis


As principais atividades de um corretor de imóveis são a organização da compra, locação, permuta, venda e incorporação de imóveis e a reunião dos documentos e papéis que serão usados na negociação; apresentação de imóveis para a visitação do público, bem como do projeto desenvolvido e dos arredores do imóvel; a intermediação da negociação e a verificação da correta construção do imóvel.
O corretor pode trabalhar em empresas imobiliárias, construtoras, cartórios de registros de imóveis, leilões (empresas judiciárias), consórcios imobiliários, empresas de loteamento e planejamento imobiliário, etc.
Ao contrário de outras profissões, o salário do corretor de imóveis não é fixo, visto que é baseado em comissões. Isto equivale a dizer que o salário do corretor varia de acordo com a quantidade e o tamanho do que for vendido. Sobre as vendas judiciais o valor da comissão é de 5%, sobre um imóvel urbano, é de 6 a 8%, sobre um imóvel rural, é de 6 a 10%, e quando se trata de imóveis industriais, é de 6 a 8%.

Principais atividades

As principais atividades de um corretor imobiliário, basicamente, são:
  • apresentar imóveis para visitação pública
  • mostrar o projeto desenvolvido e a região ao redor do imóvel
  • intermediar a negociação dos imóveis
  • verificação da construção dos imóveis (checagem de bom funcionamento)
  • organizar os papéis e documentos necessários durante o processo de negociação do imóvel
  • organizar a compra, venda, permuta, locação e incorporação de imóveis.

Áreas de atuação

O corretor de imóveis pode trabalhar em:
  • empresas imobiliárias
  • empresas de classificados de imóveis
  • empresas de loteamento e planejamento imobiliário
  • empresas de consórcios imobiliários
  • empresas judiciárias (leilões)
  • cartórios de registros de imóveis
  • construtoras

O profissional pode se especializar na negociação de:

  • imóveis usados
  • imóveis rurais
  • lançamentos
  • loteamentos
  • administração de aluguéis
  • administração de condomínios
  • avaliações
  • consultor (assessoria ao cliente em todas as fases da comercialização do imóvel)
  • despachantes imobiliários - corretoras de imóveis

Mercado de trabalho

Para efetuar compra e venda de imóveis atualmente é sempre aconselhável a consulta de um especialista para melhores resultados. Por isso, o mercado de trabalho para corretor de imóveis encontra-se em grande crescimento e importância no país. Principalmente pelas estatísticas que mostram para este ano, grande desenvolvimento e investimentos no setor da construção civil. Com o crescimento elevado de regiões em expansão, os corretores de imóveis vêm ganhando um espaço de maior importância e influência na hora de efetuar as vendas de apartamentos, edifícios, etc. Além disso diversas novas áreas imobiliárias vêm surgindo, fazendo com que o corretor tenha inúmeras possibilidades de trabalho.

Comissões

O salário de um corretor, ao contrário de muitas profissões, não é fixo. Ele é baseado inteiramente nas comissões, ou seja, seu salário varia de acordo com o tamanho e quantidade do que for vendido.
Os valores de comissão das vendas variam de:
  • 6% a 8% sobre imóvel urbano
  • 6% a 10% sobre imóvel rural
  • 6% a 8% sobre imóveis industriais
  • 5% sobre vendas judiciais

Informações a buscar para imóveis em lançamento
Para o imóvel em lançamento é válido consultar o registro da incorporação e ter o seu respectivo número, o memorial descritivo da obra, mapa de localização do empreendimento e do imóvel, as plantas do empreendimento e do imóvel, os prospectos, a tabela de preços, visitar o local onde o empreendimento será ou está sendo edificado em diferentes horários para conhecer a real situação da localização, circular pelo bairro, pesquisar na prefeitura se está prevista a construção de viadutos, túneis ou avenidas na região, certificar-se da data prevista para a entrega do empreendimento e conferir se são dias corridos ou dias úteis, entre outros cuidados.

sábado, 23 de junho de 2012

A FORMA CRIATIVA DE APRESENTAR UM EMPREENDIMENTO

É comum o cliente se deparar com pappers e portfólios na hora de escolher o imóvel, mas estes não atingem o público-alvo sem um bom planejamento de marketing

Para as construtoras que querem ter sucesso no mercado, aplicar um bom marketing não é mais questão de luxo, mas sim de necessidade. Como parte do conjunto de estratégias, os materiais utilizados para apresentar o imóvel, como portfólios, impressionam pela sua criatividade.
Mas até chegar na confecção dos mesmos há um grande caminho a ser percorrido. Segundo o vice-presidente do Grupo Eugênio, Cid Andrade, o primeiro passo é ter um bom entendimento do produto, com o máximo de informações possíveis. “É necessário observar, por exemplo, o que há no entorno do terreno, para apostar nos diferenciais de localização, o que tem no projeto que pode referenciá-lo no trabalho de comunicação e fazer do produto algo mais atrativo”, comenta.
Andrade explica que o próximo passo é definir para qual público se destina e o que essas pessoas estão buscando, para a partir disso, montar uma campanha com materiais para apresentar ao mercado. “Não existe um fórmula certa, são um conjunto de ações integradas com as vendas. A forma como o produto é apresentado e ganha às ruas sempre vai depender da região em que se encontra. Só possuir bons materiais para mostrar o imóvel ao cliente, sem um conjunto de ações não é suficiente,” afirma Andrade.
Luxo e simplicidade na medida certa
Após as primeiras definições acerca de quem atingir e como atingir, é necessário partir para as estratégias. O Sócio Diretor, responsável pelo planejamento e atendimento da Agência WP Criativa, Hélio Korehisa, explica que se o produto for de alto padrão, os atributos como localização e projeto são muito mais valorizados do que em produtos voltados para a classe média, aonde se valorizam mais o conceito, preço, forma de pagamento.
“Os hábitos de mídia do público de alto padrão são muito diferentes dos compradores da classe média e dos produtos econômicos, por exemplo. Um cliente alto padrão frequenta campos de golfe, viaja de helicóptero, ou seja, seus hábitos de vida, leitura e entretenimento possuem alto valor agregado. Portanto, não há como oferecer um produto para esse público com folhetos distribuídos em semáforos: ele não abre sequer o vidro, pois seu carro é blindado,” comenta Korehisa.
Korehisa também explica que o público de alto padrão requer um material mais nobre, como books e pappers, com excelente acabamento gráfico e o conceito de glamour e luxo em todas as peças. “Estas ações criam uma tradução física do que será o empreendimento e da sua futura valorização. Agora, se utilizarmos o mesmo material para um empreendimento econômico ou popular, assustará o comprador. Ele pode achar que esse produto não cabe em suas condições de compra. O acabamento é outro, a linguagem também e os apelos são outros. Não se vende um produto de R$ 5 milhões dizendo “esse você pode comprar”!
Tudo pode ser uma boa ferramenta de marketing, desde que se tenha planejamento e principalmente resultados.


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